Existem dois tipos de filósofos, o primeiro que pensa e é positivo com a realidade e o segundo que é igualmente pensador e um traidor na própria vaidade.
Enquanto um busca em seu conhecimento transmitir formas de ver e compreender a essência dos sentimentos, o outro engasgado no próprio retorno gástrico, levanta grandes plateias de seres desavisados e a eles entrega seu alimento devoluto de conhecimentos não processados, angariando aplausos que mais e mais elevam seu ego a um tamanho de grande celebridade.
Platéias se apaixonam por idiotas e palhaços, os palhaços constroem seus textos, pensam suas piadas, seu “set up e punch”, fazem um trabalho suado de horas debruçados sobre suas apresentações para agradar aqueles que virão para lhe ver, já os idiotas não “Ponderam” são, em sua própria natureza buscadores de aplausos, a qualquer custo, ainda que seja contra a própria pátria, alias, esquecida completamente em sua mente em nome de ter mais audiência, não importa, não há nenhum peso em sua pútrida consciência.
Dos dois tipos de filósofos ambos possuem uma vasta biblioteca de saber, afinal sem tal bagagem assim não o poderiam ser, o que os diferencia é a entrega real dos fatos, a apresentação da realidade.
Enquanto um se debruça em mostrar a verdade, os fatos e sobre eles trilhar seus ensinamentos, o outro busca as narrativas de misoginia, preconceitos como homofobia, a buscada e barulhenta separação de eles e nós, seres diferente de seres.
Existem filósofos coerentes e consistentes com os fatos, que não aceitam narrativas, já a desavisada platéia compra e aceita a idéia repetida de que o comando é inapropriado.
Fica latente, muito claro bem a nossa frente, que os holofotes da mídia, que os aplausos dos desavisados, brilham tanto que cegam até a mente, dita anteriormente, como brilhante, hoje não mais, mostram sua real e fugaz fraqueza, sua pobreza de filósofo em busca de mais e mais visibilidade, não importa a que custo, que seja contra a pátria!
Eu não poderia dizer que um filósofo como este, que busca holofotes, seria um filósofo de botequim, jamais cometeria tamanha impropriedade contra estas grandes mentes dos botequins.
Ao pensar neste texto e comentar com um grande amigo este arguiu: “Mas ele é inteligente”, se referindo ao filósofo que me inspirou a escrever esta, ao que posso seguramente responder ao meu amigo que muito, mas muito mais anos a frente esta a “inteligência” deste meu amigo, engenheiro que já trabalhou e entregou obras de profundo respeito no Brasil, em contraste a este “traste” que se acha filósofo que vive em busca de aplausos de plateias, não, não me ganha com sua biblioteca de conhecimento, sua “inteligência” esta voltada ao capital o que não seria ruim se não fosse desleal e mesmo que atacando a mentes pensantes como as nossas que não se contaminam com seus discursos de narrativas misturados a seus conhecimentos.
07/2021 RS